Nosso Primeiro mês na Quarentena

Um mês trabalhando remotamente

Dia 13 de março de 2020 saímos de nossa segunda casa, a Fazenda Sonho Meu, sede da Vivendo, já sabendo e decididos a iniciar nossa caminhada rumo ao home office.

Desde então muito aprendizado, todo este adquirido por meio de experiências e autoaprendizado na caminhada “forçada” do presencial para o virtual.

Muitas ferramentas, acesso à tecnologia mas principalmente mudança de mindset, esforço individual para superar as dificuldades e muita colaboração.

Foi necessário desenvolver comportamentos e novas competências para que o trabalho remoto funcionasse.

Em nosso time, existem diferentes perfis, e alguns, com grande dificuldade para deixar o olho no olho, que sempre pregamos como um diferencial, e atuar no ambiente virtual.

Inicialmente foi necessário aprender a reaprender para adaptar as atividades do dia-a-dia ao formato virtual da melhor forma possível. E melhorar sempre.

Na prática experienciamos diversas ferramentas que estão possibilitando a colaboração da equipe na geração de ideias e tomada de decisões importantes, além de manter disponível toda a informação que precisamos, a qualquer momento.

Na prática:

– Estamos utilizando o Zoom como ferramenta para reuniões. No início, diárias, até ir espaçando e hoje, uma por semana ou por demanda.

– No Google Drive armazenamos dados, informações e conteúdos e estes ficam à disposição de todos, sempre.

– O Trello é onde mantemos tudo organizado, nosso ERP, Kanban, e toda a gestão dos projetos.

– Para manter todos atualizados utilizamos o Slack. São vários canais – Comercial, Mkt, Financeiro, Projetos… Além do Geral, onde mantemos a conexão diária entre todos.

– O Mural passou a ser nossa ferramenta de construção para brainstorm, criatividade e inovação.

– Com isso fortalecemos a autonomia buscamos manter todos conectados a um propósito comum.

O que e como já inovamos:

Encontros do grupo PRORH – Uma das primeiras ações que fizemos foi chamar o grupo PRORH (grupo de gestores de Recursos Humanos da Região das Hortênsias) para o TROCA DE IDEIAS ONLINE. Realizamos a primeira no dia 23 de março, quando falamos sobre o que estava sendo feito pelas empresas frente à pandemia do Coronavirus. Tínhamos como objetivo gerar uma equidade na cidade sobre as ações das empresas. Depois desse encontro ainda tivemos outros dois, focados no que já fizemos em nossas organizações, o que pode ser aplicado em outras organizações e o que faz sentido multiplicar para as demais empresas da região. Agora é só continuar a troca de ideias.

Encontro ONLINE de Facilitadores – Reavivamos o grupo de facilitadores no dia 25 de março com uma simples mensagem que se transformou em uma conversa ONLINE e se transformou em uma ação colaborativa. Conectamos amigos facilitadores de vários lugares do mundo para vivências virtuais e muita troca de experiências. Isso vai crescer.

Projeto ACOLHER – Um time de parceiros uniu-se para oferecer acolhimento psicológico online. São ações gratuitas durante o isolamento social para ajudar as pessoas a preservarem a saúde mental e buscarem maior qualidade de vida durante esse período.

ACOLHER + CONECTAR – Diante desse cenário de crise que estamos vivendo, unimos os Projetos Acolher + Conectar + Compartilhar, que já estavam sendo trabalhados pela nossa equipe com o objetivo de fortalecer ainda mais nossas conexões com as empresas e profissionais, e tem por finalidade apoiar, acolher e desenvolver os ex-colaboradores, de empresas que nesse momento precisam tomar a dura decisão de demitir, para que o mesmo encontre novos rumos para sua carreira.

DESAFIO HOME OFFICE – Lançamos um workshop nos dias 6, 8 e 10 de abril no formato “PAGAMENTO CONSCIÊNTE” abordando os desafios de uma “forçada” mudança de mindset para entender quais comportamentos precisamos desenvolver para que o trabalho remoto funcione. Na prática vamos conhecer algumas ferramentas que possibilitam a colaboração nas equipes, na geração de ideias e tomada de decisões importantes, além de manter disponível toda a informação a qualquer momento.

Lançamos o nosso MANIFESTO – Estamos Juntos #ficaemcasa

Hoje, dia 13 de abril, com 31 dias de home office, o que estamos dizendo:

“Sistematizamos os processos, incluindo rotinas de reuniões e ferramentas para agruparmos informações e nos comunicarmos com mais efetividade.”
– Ricardo Lima

“Aceitamos a mudança, entendemos o momento e não perdemos a conexão. Vejo que estamos mais focados no resultado do trabalho e ágeis nas tomadas de decisões. Acredito que o momento de crise tem fortalecido a união do time, dividimos ideias e buscamos inovar juntos.”
– Jaqueline Fouchy

“As informações são inúmeras, filtrar o que faz conexão com nossa essência aproxima a nossa realidade. Vivendo novos conceitos e métodos de trabalhos nós faz perceber como podemos ir além.”
– Patricia Lapa

“Nosso processo de comunicação talvez seja mais efetivo agora do que era antes. A distribuição de tarefas flui tranquilamente. Todos sabem o que precisam fazer e quando fazer, além de todos estarem cientes do que cada um está realizando. A confiança em cada pessoa do time se fortaleceu e aumentou. Apesar de distantes, estamos unidos e engajados.”
– Dener Santos

“Em meio a crise, há criações e estamos nos reinventando, nos redesenhando para o amanhã que nos espera, pois uma nova normalidade vai surgir e precisamos seguir conectados, como um time, no objetivo de dar apoio aos segmentos que já atuávamos, de uma maneira nova, com ferramentas ágeis, mas juntos, porque assim seremos mais fortes do que tudo o que está acontecendo.”
– Giani Bueno

Reflexão

Nesse período vivenciamos inúmeras experiências, algumas juntos, ou com o mesmo propósito, outras sozinhos, ou com propósitos diferentes, mas todas, muito importantes para o nosso crescimento e desenvolvimento.

Mais uma vez, chegou a hora de aplicarmos nossa metodologia, a aprendizagem experiencial em nosso negócio.

Para isso precisamos refletir:
– O que aconteceu nesse período que foi relevante para a nossa vida e pode gerar aprendizados importantes?
– Que emoções e sentimentos conseguimos perceber, ou aconteceram sem percebermos?

Refletindo um pouco mais além:
– Que padrões e descobertas conseguimos trazer à tona nesse momento?
– E agora? O que faz sentido? Quais serão nossos próximos passos…

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