Líderes de Futuro e a Inteligência Emocional

Quantas vezes você já viu um currículo impecável e pensou: “hum, isso é perfeito para o que eu preciso” ou mesmo no âmbito pessoal você já deve ter conhecido alguém que julgava “muito inteligente”, mas ao conviver com a pessoa percebeu suas dificuldades comportamentais, em conviver em grupo, em não saber ouvir críticas ou opiniões diferentes das suas, ou atém mesmo de admitir seus erros.

Ainda é comum os candidatos serem avaliados unicamente por suas capacidades técnicas, o que muitas vezes gera um maior índice de turnover. O profissional que até então era perfeito, acaba demonstrando fragilidades no gerenciamento de suas emoções e sentimentos, refletindo negativamente no clima emocional e nos resultados da empresa. Por fim, ele acaba sendo desligado mesmo com um currículo invejável.

Durante muito tempo, a forma de avaliar uma pessoa para um cargo era através do seu Quociente de Inteligência, o famoso Q.I. porém o conceito de inteligência deixou de ser singular, e passou a ser analisado em vários parâmetros, e um dos fatores importantes vem sendo evidenciado, o IE (Inteligência Emocional), que é a capacidade de compreender e resolver novos problemas, conflitos e se adaptar a novas situações.

Para o mercado de trabalho contemporâneo, tão importante quanto um bom currículo, é a maneira como aquela pessoa em questão consegue gerir as suas emoções e alcançar os resultados.

Na aula do dia 28/01/2019 trabalhamos aspectos relativos a I.E (inteligência emocional) dos nossos alunos para que eles saibam identificar, compreender, enfrentar e gerenciar suas emoções.

Entendemos que compreendendo a si próprio gradativamente vamos alcançando a maturidade, e fortalecendo o caminho para liderança!



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