Empresas veem dificuldades em treinar Soft Skills

Matéria original extraída do Portal “Valor Econômico. Você encontra ela em sua versão original e na íntegra, clicando aqui

Pesquisa com 26 mil empregadores, em 43 países, incluindo o Brasil, indica que mais de 40% veem desafios para treinamentos de habilidades como pensamento analítico e comunicação

A mudança para o trabalho remoto na pandemia levou a uma valorização ainda maior das habilidades interpessoais (soft skills), como colaboração, comunicação e trabalho em equipe. Uma nova pesquisa, realizada pela Manpower Group com 26 mil empregadores em 43 países, indica que um terço está investindo no treinamento dessas habilidades nos seus funcionários. No Brasil, onde foram ouvidos 450 empregadores, esse percentual é de 43%.

Nilson Pereira, CEO do ManpowerGroup.

“E esse percentual tende a crescer no país principalmente entre as empresas que estão em setores com maiores chances de recuperação econômica”

Uma das barreiras para treinar mais os profissionais nessas habilidades, de acordo com os empregadores, é que as soft skills são difíceis de identificar e desenvolver. Enquanto 38% (31% no Brasil) das organizações afirmam que é difícil treinar as competências técnicas procuradas, 43% (64% no Brasil) dizem que é ainda mais difícil ensinar as soft skills que elas necessitam, tais como pensamento analítico e comunicação.

diz Pereira.

“A dificuldade desse tipo de treinamento é que as empresas precisam mudar o ponto de vista: não é olhar para o mercado e desenvolver internamente o que precisa, é olhar para dentro e entender sua cultura, seus valores, e as aspirações de carreira dos profissionais”,

Ele também aponta que os treinamentos de soft skills precisam ser “desafiadores”, onde há um ambiente onde as pessoas busquem o autodesenvolvimento, e não “sentem horas e horas no computador para um treinamento tradicional”.

Soft skills ganham ainda mais importância

Na avaliação da consultoria, baseada na análise dos dados da pesquisa, a pandemia realçou a necessidade de algumas soft skills. “Se antes falava-se muito em adaptação e capacidade de aprendizado, agora busca-se a “sociabilidade”, que é a capacidade de se comunicar e trabalhar em um ambiente colaborativo, independentemente do formato. Pensamento crítico e tomada de decisão a partir de dados também ganharam ainda mais relevância”.

Para 2021, 63% dos líderes ouvidos na pesquisa consideram a saúde e o bem-estar como prioridade mais importante. A criação de novos modelos de trabalho (incluindo trabalhos de meio período, contratos e sistema flexível) é uma prioridade para 37% dos líderes – e colocar mais foco no aprimoramento de competência, aprendizagem e desenvolvimento para 51% dos líderes brasileiros.

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