Cultura: virando a chave do negócio!

Muito se tem falado em Cultura Ágil, RH 4.0 e outras nomenclaturas, percebo esse movimento como uma forma do ser humano resgatar a sua essência em um mundo corporativo. Perceber que como você, o seu colega ou subordinado também possui anseios, ambições e também quer se sentir engajado como qualquer outro ser humano.

Em uma época não muito distante, quem poderia ter ambições e tomar alguma decisão era apenas o dono ou a direção da empresa, o “resto” só precisava executar e já estava de bom tamanho, todos com suas necessidades saciadas, tudo certo. Só que não!

Na minha visão de mundo, estamos desenvolvendo um pouco mais de empatia, pois descobrimos que ela gera resultado e dinheiro. Claro que não seria apenas para fazer bem ao outro, afinal, é business.

Me coloco neste mesmo balaio, por anos apliquei ferramentas de avaliação de desempenho. Na época era o que estava no auge, mesmo que neste tipo de prática exista uma margem de erro enorme em relação a realidade e muitas vezes acaba sendo um tiro no pé da empresa.

Hoje a onda é engajar as pessoas para melhorar o desempenho, trazê-las para a mesa para ajudar nas tomadas de decisões, fazer MVPs, colher feedbacks, ajustar o produto com base na opinião dos seus colegas, mostrar transparência com os números do negócio, ter um propósito claro e trabalhar por ele. Práticas que remetem às necessidades sociais e evolutivas de um indivíduo, ou seja, sentir-se parte do grupo, ter uma voz ativa e encontrar sentido no que está fazendo, não ser apenas um executor.

De fato acho esta onda incrível e quero continuar sendo um defensor e um multiplicador destas práticas. Percebo uma tendência cada vez maior em direção ao que nos traz mais harmonia, felicidade, autonomia e realização. Isso é poderoso!

Levar este tipo de Cultura para as empresas me faz crescer como ser humano e encontrar parte do meu propósito em cada negócio que atuo.

Texto escrito pelo nosso parceiro Fernando Pante.

Acesse o site dele clicando aqui.



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